Introdução
| amplificadores | |||
![]() Amplificador estéreo e sintonizador em um só aparelho |
O som é um fenômeno fascinante. Quando algo vibra na atmosfera, move as partículas de ar à sua volta. Essa partículas, por sua vez, movem outras partículas de ar à sua volta, carregando a vibração pelo ar. Nossos ouvidos captam essas alterações na pressão do ar e as transformam em sinais elétricos processados pelo cérebro.
- As ondas sonoras movem o diafragma de um microfone para frente e para trás e o microfone traduz este movimento em sinal elétrico. Este sinal flutua, representando as compressões e rarefações de uma onda sonora.
- Um gravador codifica este sinal elétrico no padrão de alguns tipos de mídia, como impulsos magnéticos em uma fita magnética ou como sulcos em um disco de vinil.
- Um equipamento de reprodução (como um toca-fitas) reinterpreta esse padrão e usa a eletricidade para mover o cone de um alto-falante. Isto recria as variações da pressão do ar originalmente gravadas pelo microfone.
Este sinal é ótimo para a maioria das etapas do processo, pois é forte o bastante para uso no gravador e facilmente transmitido pelos fios elétricos. Mas o estágio final do processo (mover o cone do alto-falante) é mais difícil. Para fazer isso, você precisa reforçar o sinal de áudio com mais corrente, ao mesmo tempo que preserva o mesmo padrão de flutuação de carga.
Este é o trabalho de um amplificador. Ele simplesmente produz uma versão mais poderosa de um sinal de áudio. Na próxima seção, examinaremos os elementos básicos deste sistema.

Nenhum comentário:
Postar um comentário