quarta-feira, 6 de março de 2013

Guitar Shop Loja de instrumentos e accessórios músicais

Galera estou fazendo propaganda da Guitar Shop haha, porque tem aquele ditado quando você é mal atendido você fala pra todo mundo, mas quando é bem atendido fala para poucas. Mudando isso queria dizer que fui muito bem atendido e comprei uma ótima guitarra, com um preço bem acessível! A loja fica na savassi perto do Mc Donalds é um a loja pequena, mas com grande variedade de produtos! o site da guitar shop é esse :  Guitar Shop

Para você que está começando a tocar agora!

Aqui é um dicionário de acordes de violão, é bem simples você digita o nome do acorde como tablatura Ex: C = dó maior . Irá aparecer infinitos dós maiores !! espero que ajude moçada. Não se esqueça música é puro estudo e prática, não deixe de práticar, e sempre escute músicas váriadas, para ampliar o seu conhecimento! haha não deixe de fora o Blues! qualquer dúvida meu email : jack_alternative@hotmail.com ou skype : jack.blues.guitar

(((  Dicionário de acordes )))

Pedais de Efeitos

Pedais de Efeitos
São pedais que possuem diversos efeitos, dentre eles destacam-se as distorções, wha wha, delay, etc.
São versáteis pelo fato de serem facilmente visualizados em um palco quando se toca ao vivo, e é muito fácil utilizá-los pois sempre há uma chave de liga/desliga e os botões de regulagem do efeito.
Com isso, os pedais tornam-se nesse aspecto melhores que pedaleiras digitais, pois apresentam um som extremamente bom e são de fácil manuseio, já as pedaleiras são mais em conta no preço mas alguns efeitos nela podem deixar um pouco a desejar, além de ser de difícil manuseio ( regulagens, etc.)
Para você escolher os pedais que você irá utilizar, é interessante que você pesquise preços, som, etc. Uma boa é você pegar o set-up de seus guitarristas favoritos e ver o que eles usavam para assim você usar o set deles como base para o seu.
*Para ver os set-ups dos guitarristas entrem nesse site: www.guitargeek.com

- Cadeia de sinal
Antes de falarmos dos efeitos devemos saber como ligá-los na cadeia de sinal. Não há uma ordem específica, mas o que deve ser respeitado é que primeiro vem os pedais de ganho e em seguida os efeitos.
A ordem de ligação a seguir é a que eu uso e é uma das que todos usam:
Ordem:

Guitarra - - - Wha wha - - Compressor - - Overdrive - - Distorção - - Booster - - Phaser - - Reverb - - Chorus - - Delay - - Amplificador.

Lembre-se você NÃO PRESCISA seguir essa ordem, você pode fazer sua própria ordem.

Agora falaremos dos efeitos em questão, hoje vou falar principalmente das distorções e em breve estarei falando dos efeitos de Chorus, Delay, Flanger, etc.

- Overdrives, Distorções e Fuzz

Esses são os efeitos preferidos da maioria dos guitarristas, pois muitas bandas usam esses efeitos para distorcer o som da guitarra.
O pedal de Overdrive, é um pedal que quando ligado praticamente "simula" o som de um amplificador a válvula, ou seja, o seu som fica parecido com a saturação de um amplificador valvulado. Ele apresenta um ganho pequeno comparado aos pedais de distorção, mas apresenta uma dinâmica que as distorções não oferecem.
Os pedais de Overdrive, em geral, apresentam três botões:
* Gain - controla a quantidade de ganho no pedal, quanto maior o ganho, maior será a distorção.
* Level - controla o volume do pedal em sua cadeia de sinal.
* Tone - serve para adicionar ou cortar frequências agudas de seu som.

Alguns bons overdrives são os mais usados que são:
* Super Overdrive SD-1, da Boss
* Tubescreamer TS-9, da Ibanez
* Distortion +, da MXR
Esses são pedais usados por diversos guitarristas dentre eles estão: Eddie Van Halen, Jake E. Lee, Randy Rhoads, Joe Satriani, entre muitos outros.

O pedal de Distorção

É o pedal mais usado no rock, é usado desde um Hard Rock farofa até o Thrash Metal, esse é um pedal que possui um alto ganho e também simula o som de um amplificador valvulado, não possui tanta dinâmica como os pedais de overdrive pois o ganho destes é absurdamente maior em alguns pedais.
Os pedais de distorção também apresentam em geral, três botões:
* Gain - é o botão que serve para aumentar ou diminuir o ganho do pedal.
* Tone - serve para adicionar ou retirar frequências agudas do pedal
* Distortion - serve para aumentar ou diminuir a quantidade de distorção no pedal ( lembre-se: o peso de uma banda não vem da quantidade de distorção, pois quando muito alta, o som torna-se indefinido e embolado, além de apresentar um grande "chiado". Às vezes o peso de uma banda vem da "cozinha", do baixo e da bateria, fique bastante atento quanto a isso.).
* Level - serve para aumentar ou diminuir o volume do pedal.

No mercado existem diversos pedais de distorção, e, os que eu mais gosto e recomendo são:
* Distortion DS-1, da Boss ( um clássico !!)
* Mega Disortion MD-2, da Boss
* Metalzone, da Boss
* Double Distortion, da MXR
... dentre muitos outros no mercado. Apenas citei alguns, mas lembre-se você deve pesquisar bastante antes de montar um set-up.
Esses pedais de distorção também são usados por diversos guitarristas, tais como: Van Halen, Steve Vai, Edu Ardanuy, Jason Becker, Paul Gilbert, Kirk Hammet, George Lynch, dentre outros.

O pedal de Fuzz, é um pedal pouco usado hoje em dia, mas ele já foi muito usado na década de 60 e 70. Esse pedal apresenta um som de alto ganho, "imundo", etc. Esse pedal era usado pelos guitarristas de Blues, assim como o Overdrive era usado por eles também. Para saber de que tipo som estamos comentando, escute as gravações de Jimi Hendrix e o solo de Black Night do Deep Purple.
O Fuzz apresenta normalmente doi botões:
* Fuzz - controla a quantidade de ganho e de Fuzz no seu som.
* Level - controla o volume do pedal.
O mais usado foi o Fuzz Face da MXR, que foi usado por grande parte dos guitarristas, mas destacou-se no som de Hendrix.

Essa foi a primeia parte da matéria sobre efeitos, espero que tenham gostado dessas dicas sobre os pedais. Lembrem-se de pesquisar para acha o melhor som para vocês, pois essa é a única forma de chegar ao som que deseja. Além dos pedais, você não pode esquecer de ter cabos bons para que possa amenizar os ruídos, alguns cabos bons são: Santo Ângelo, Planet Waves, etc.
Um abraço ai galera, e até a próxima.

Como funcionam os amplificadores!

Introdução



­amplificadores

­Quando as pessoas referem-se a amplificadores, normalmente estão falando de componentes estéreo ou equipamentos musicais. Mas estes são apenas um dos lugares onde os amplificadores­ de aúdio são encontrados. Eles estão presentes em televisores, computadores, aparelhos aparelhos de CD portáteis e outros dispositivos que usam alto-falante para produzir som.

Amplificador estéreo e sintonizador em um só aparelho
­Neste artigo, você verá o que os amplificadores fazem e como. Eles podem ser aparelhos bem complexos, com centenas de pequenas peças, mas o conceito básico por trás deles é bastante simples. Você pode ver claramente como um amplificador funciona ao examinar seus componentes.
O som é um fenômeno fascinante. Quando algo vibra na atmosfera, move as partículas de ar à sua volta. Essa partículas, por sua vez, movem outras partículas de ar à sua volta, carregando a vibração pelo ar. Nossos ouvidos captam essas alterações na pressão do ar e as transformam em sinais elétricos processados pelo cérebro.

Os equipamentos eletrônicos de som operam da mesma forma. Eles expressam o som como uma variação da corrente elétrica. Em termos gerais, este tipo de reprodução sonora tem três etapas:
  • As ondas sonoras movem o diafragma de um microfone para frente e para trás e o microfone traduz este movimento em sinal elétrico. Este sinal flutua, representando as compressões e rarefações de uma onda sonora.
  • Um gravador codifica este sinal elétrico no padrão de alguns tipos de mídia, como impulsos magnéticos em uma fita magnética  ou como sulcos em um disco de vinil.
  • Um equipamento de reprodução (como um toca-fitas) reinterpreta esse padrão e usa a eletricidade para mover o cone de um alto-falante. Isto recria as variações da pressão do ar originalmente gravadas pelo microfone.
Como se pode ver, os componentes principais neste sistema são, essencialmente, tradutores: recebem o sinal de uma maneira e o converte em outra. No final, o sinal sonoro é transformado novamente em sua forma original, uma onda sonora física. Para registrar as mínimas variações de pressão em uma onda sonora, o diafragma do microfone dever ser muito sensível. Isto significa que ele é bastante fino e se move apenas em uma curta distância. Conseqüentemente, o microfone produz pouca corrente elétrica.
Este sinal é ótimo para a maioria das etapas do processo, pois é forte o bastante para uso no gravador e facilmente transmitido pelos fios elétricos. Mas o estágio final do processo (mover o cone do alto-falante) é mais difícil. Para fazer isso, você precisa reforçar o sinal de áudio com mais corrente, ao mesmo tempo que preserva o mesmo padrão de flutuação de carga.
Este é o trabalho de um amplificador. Ele simplesmente produz uma versão mais poderosa de um sinal de áudio. Na próxima seção, examinaremos os elementos básicos deste sistema.

Existe uma relação entre Música e Informática?

Eis dois assuntos que eu particularmente amo. Quando não estamos falando de forró e Windows. Esse post irá tratar de uma coisa que vem me deixando com a pulga atrás da orelha, o fato de que praticamente 70% das pessoas, que eu conheço, ligadas diretamente à informática têm alguma relação com a música. Alguns são viciados (eu), outros tocam algum instrumento (eu), alguns não tocam, porém adoram inventar riffs usando softwares específicos, e por aí vai…
E vou até mais longe… Provavelmente isso não ocorra apenas na Informática. Se aumentarmos o escopo do assunto, podemos até chegar a dizer que uma boa parte das pessoas que são ligadas às Ciências Exatas (Física, Matemática, Química…) também tem alguma relação com a música!
Muitos acreditam que há uma relação entre Exatas e Música devido ao fato de que ambos necessitam de raciocínio lógico… Para alguns isso não faz o menor sentido, pois Música + Lógica parece ser muito abstrato, sem um sentido claro e direto. Do ponto de vista de quem toca algum instrumento, isso pode ser mais fácil de perceber, pois há um enorme uso do raciocínio para realizar uma troca de notas da melhor forma possível no espaço de tempo mais curto e para aí sim tocar a nota no tempo certo, por exemplo.
Agora aí vem a relação, pois se eu tenho o “costume” de usar e abusar da lógica com problemas de Algoritmos, Cálculo e Física, eu terei uma maior facilidade para gostar de música, pois eu posso encontrar com mais facilidade um gosto dentro da música.
E uma curiosidade… A música também é matemática!
Os sons com os quais podemos criar nossas músicas constituem o que chamamos de "escala musical". Eles são definidos a partir de relações matemáticas muito precisas e, quando combinados de determinadas maneiras, podem produzir resultados agradáveis aos nossos ouvidos. Essas relações matemáticas, junto com as características intrínsecas das vibrações sonoras, são a base para a "harmonia" na superposição dos sons musicais.
E outra curiosidade… O nosso grande físico Albert Einstein gostava tanto de música, que, segundo ele, se não fosse um físico ele seria um músico.
Outro ponto interessante é que grande parte dos adoradores de música e exatas têm seu gosto voltado principalmente para os gêneros mais “pesados”, como o Heavy Metal. Aqui mesmo no I/O Tecnologia já surgiu um comentário sobre o Danilo, em que o autor estranhou o fato dele ser um “nerd forrozeiro”…
Bom… É isso. Antes que surjam comentários falando que sou louco por criar este post, fiquem sabendo que algumas coisas ditas aqui são baseadas no que EU percebo, e talvez algumas coisas ditas aqui não sejam de fato corretas cientificamente. Ainda procurei pesquisas e artigos científicos para basear o post, porém não obtive sucesso… Não deixe de participar, até a próxima :D

terça-feira, 5 de março de 2013

Como funciona um captador de guitarra?

Captadores magnéticos

A maioria das guitarras atuais utiliza captadores desta natureza. O captador de guitarra tem função de transformar as ondas mecânicas produzidas (o som), principalmente produzidas por cordas, em ondas eléctricas. Existe uma grande quantidade de tipos e qualidades de captadores no mercado, eles são habitualmente classificados levando em conta suas características técnicas: Quanto à alimentação, dividem-se em captadores ativos e captadores passivos; quanto ao número de bobinas, dividem-se em captadores simples (single-coils), captadores duplos (humbuckings) ou quádruplos (quad-rail); podem ser divididos ainda, quanto ao material magnético, em captadores cerâmicos e captadores de alnico.
Captador tipo PAF de uma guitarra Gibson Les Paul.
Detalhe dos captadores de uma guitarra padrão Stratocaster. Humbucking (esquerda, ponte) e Single-coils (demais, centro e braço)

Captadores passivos

Não necessitam de alimentação elétrica (fonte de energia elétrica) para funcionarem. Apresentam grande integração com os demais materiais da guitarra. Enorme variedade de timbres e qualidades. Em maioria são de alta impedância e captam interferências diversas com facilidade.
Os captadores são na verdade uma bobina, ou seja, consistem de magnetos enrolados por um fio (coil) criando assim o campo magnético que é perturbado pelas cordas de metal ao vibrarem em frequências diferentes, tal perturbação no campo magnetico gera o impulso elétrico que mais tarde é convertido em som (onda mecânica).

Captadores ativos

Descrição da guitarra elétrica de corpo maciço.

1 - Cabeça, Paleta, Mão ou Headstock.
1.1 - Cravelhas/Tarraxas.
1.2 - Pestana.
2 - Braço e Escala.
2.1 - Casas.
2.2 - Trastes.
2.3 - Marcações.
2.4 - Junção braço/corpo.
3 - Corpo.
3.1 - Captador do braço.
3.2 - Captador da ponte.
3.3 - Ponte.
3.4 - Alavanca do trêmulo.
3.5 - Chave seletora dos captadores.
3.6 - Controles de timbre e volume.
3.7 - Jaque/Jack (conector TRS fêmea).
3.8 - Pinos de fixação da correia.
4 - Cordas.
4.1 - Cordas graves.
4.2 - Cordas agudas.
Necessitam de alimentação para funcionarem. Integração reduzida com os materiais da guitarra. Sons uniformes, previsíveis e pequena variedade de timbres. Captam menor interferência por terem menor impedância.

Captadores cerâmicos

São feitos com material mais barato e são mais comuns no mercado.

Captadores de AlNiCo

São feitos com materias mais caros e selecionados, sua qualidade normalmente é superior aos cerâmicos. Os ímãs dos núcleos são feitos de uma liga de alumínio, níquel e cobalto (Al-Ni-Co). Existem varios tipos de alnico dependendo da porcentagem dos componentes em sua mistura. O mais comum em captadores são os AlNiCo II e o V. Magnetos compostos de alnico tendem a soar mais vintage. São também comumente mais caros devido à matéria-prima.

Captadores simples (single-coils)

São estruturados apenas com uma bobina. São mais sensíveis às interferências que causam ruídos. Em geral, o timbre resultante tende a ser mais limpo, brilhante, estalado e estridente em comparação com os humbuckers. Um exemplo do uso de captadores single é o timbre das guitarras Fender.

Captadores duplos (humbuckings ou humbuckers)

São estruturados com duas bobinas em um só corpo. Normalmente as duas bobinas funcionam em polaridades inversas. Assim cada uma elimina parte do nível de ruído da outra. Essa interação também altera a resposta tonal do captador, o que lhe confere um som diferente daquele produzido por um captador single-coil. Em geral, o timbre resultante tende a ser mais cheio, vigoroso, macio e adocicado em comparação com os single-coils. Um exemplo do uso de captadores duplos é o timbre imortalizado pelas guitarras Gibson Les Paul.
Alguns captadores duplos apresentam a mesma aparência externa tradicional dos captadores simples, pois possuem as duas bobinas empilhadas, a exemplo dos modelos HS-2 e HS-3 da DiMarzio e a série Noiseless da Fender.

Captadores quad-rail

São estruturados com quatro bobinas em um só corpo.

Guitarra Elétrica

A guitarra elétrica (AO 1945: eléctrica) (também chamada apenas de guitarra) é um instrumento musical pertencente à família das guitarras, cujo som é sempre amplificado eletronicamente. É um Instrumento de cordas (ou cordofone), ou seja, o som é produzido manualmente pela vibração das cordas como no violão, porém é transformado em sinal elétrico devido a ação de captadores magnéticos (na maioria dos modelos).
Os sinais elétricos podem ser simplesmente amplificados e emitidos por um alto-falante que converte os sinais elétricos em ondas sonoras, ou pode ser modificado antes de ser novamente convertido em som pelo alto-falante.
Por sua potência sonora e pela possibilidade de alteração eletrônica de diversas características de seu timbre, as guitarras elétricas são utilizadas principalmente no rock, música pop, blues e jazz, podendo ser encontradas ainda em outros gêneros musicais.